<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SteamPunk &#187; Conto</title>
	<atom:link href="http://www.steampunk.com.br/category/conto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.steampunk.com.br</link>
	<description>Distopia Tecnológica Gótico-Vitoriana</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 15:18:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Conto SteamPunk &#8211; &#8220;Rota de Fuga&#8221;, na RPG Magazine</title>
		<link>http://www.steampunk.com.br/2009/07/25/conto-steampunk-rota-de-fuga-na-rpg-magazine/</link>
		<comments>http://www.steampunk.com.br/2009/07/25/conto-steampunk-rota-de-fuga-na-rpg-magazine/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 08:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
				<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[SteamPunk]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.steampunk.com.br/?p=953</guid>
		<description><![CDATA[A revista RPG Magazine deu seus primeiros passos no mundo virtual através de uma publicação em PDF cem porcento concebida para o público Internet. O Conselho SteamPunk se orgulha de ter feito parte desta publicação com o conto &#8220;Rota de Fuga&#8221;, encomendado pela revista e que dá início a uma parceria muito especial entre os ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px"><img src="http://www.steampunk.com.br/wp-content/uploads/2009/07/steampunk-conto-rota-de-fuga-bruno-accioly.jpg" alt="steampunk-conto-rota-de-fuga-bruno-accioly" title="steampunk-conto-rota-de-fuga-bruno-accioly" width="490" height="300" class="edges" /></div>
<p><span class="A"><span>A</span></span> revista <a href="http://www.rpgonline.com.br/">RPG Magazine</a> deu seus primeiros passos no mundo virtual através de uma <a href="http://www.rpgonline.com.br/noticias.asp?id=1723">publicação em PDF</a> cem porcento concebida para o público Internet.</p>
<p>O Conselho SteamPunk se orgulha de ter feito parte desta publicação com o conto &#8220;Rota de Fuga&#8221;, encomendado pela revista e que dá início a uma parceria muito especial entre os entusiastas do gênero e a RPG Magazine.</p>
<p>Se quiser você pode ler a revista no quadro abaixo:</p>
<p><object style="width:490px;height:200px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=F8F2D0&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090725065945-f9038a0e48d3470e8d645b45ff3c1eb6&amp;docName=rpg-magazine-3&amp;username=baccioly&amp;loadingInfoText=RPG%20Magazine%20%233&amp;et=1248506769578&amp;er=45" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" style="width:490px;height:200px" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=F8F2D0&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090725065945-f9038a0e48d3470e8d645b45ff3c1eb6&amp;docName=rpg-magazine-3&amp;username=baccioly&amp;loadingInfoText=RPG%20Magazine%20%233&amp;et=1248506769578&amp;er=45" /></object><br />
<small><b><a href="http://www.rpgonline.com.br/clique.asp?http://www.4shared.com/file/119416985/ae54806c/RPG_Magazine3.html">[[Baixe o PDF Clicando aqui]]</a></b></small></p>
<p><a href="#" onclick="xcollapse('X828');return false;"><strong style="font-size:16px">Clique para ler o conto &#8220;Rota de Fuga&#8221;&#8230;</strong></a><br />
</p>
<div id="X828" style="display: none; background: transparent;">
<H2>Rota de Fuga</H2></p>
<p>- Deus do Céu! Basta! Basta! &#8211; murmurou o capitão em um misto de súplica e determinação enquanto a outra sessão de engrenagens diferenciais entrava em funcionamento. </p>
<p>O significado enigmático da frase proferida por ele começava a fazer sentido enquanto meu mecanismo, nunca antes utilizado, foi acionado pelos giroscópios ativados pelo casco que jogava com força de um lado para outro.<br />
Eu estivera ouvindo o tempo todo, mas agora, com as novas funções acionadas, tudo parecia diferente. Embora os demais engenhos a bordo continuassem funcionando, boa parte do esforço mecânico e da força motriz fora desviado para manifestar este arremedo de consciência que lhes narra este evento.  </p>
<p>Por instantes, enquanto engrenagens, roldanas, pinos, cordames e molas se tensionavam para dar vida a parte da decoração da biblioteca, meu corpo se desprendia da parede ancorada ao casco e testemunhava a fuga de alguns dos &#8220;convidados&#8221; do capitão.  </p>
<p>Ao longo de toda embarcação gritos eram ouvidos e os tripulantes tentavam, a todo custo &#8211; e com minha ajuda &#8211; se livrar do redemoinho acerca do qual eu lhes avisara sem que me dessem ouvidos.  </p>
<p>Eu já sabia do destino da nau, que acabara de emergir e começava a tomar todas as providências para poupar o máximo de vidas a bordo, mas havia pouca esperança para todas aquelas almas.  </p>
<p>Os pistões começavam a funcionar, o vapor escapando pelas pequenas imperfeições inevitáveis em minha estrutura. O som repetitivo das engrenagens era previsível, mas por ser a primeira vez que eu as escutava e por serem estes os primeiros passos que eu ensaiava a descer do teto e da parede da biblioteca, era como se eu estivesse nascendo de uma gestação interminável.  </p>
<p>O capitão não me dava atenção e, como que em transe, tentava resolver uma série de questões mecânicas de transferência de energia que não tinham mais qualquer relevância. Olhava-o por trás enquanto ele se esforçava com habilidade nos controles que acionara após retirar de cima deles a enorme edição do Alcorão que os escondia.  </p>
<p>As espirais amplas que a embarcação agora descreviam pelas laterais do gigantesco redemoinho provocavam rangidos sinistros que provavelmente assustavam toda a experiente tripulação, mas o capitão continuava impassível.  </p>
<p>Quando falei pela primeira vez ele não pestanejou, mesmo tendo o som sido mal articulado e sem significado &#8211; Agora não! &#8211; disse, aparentemente para minha manifestação.  </p>
<p>- É o momento, capitão&#8230; &#8211; insisti no único tom monótono, metálico e sibilante que eu era capaz de usar.  </p>
<p>Ele finalmente olhou-me, rapidamente avaliando seu projeto e a beleza barroca dos entalhes que ordenara que fossem espalhados naquele corpo que outrora fora inerte.  </p>
<p>Qualquer outro indivíduo teria se sentido alarmado diante do que um incauto qualquer teria descrito como um aracnídeo com dez metros de uma a outra pata e com uma carranca feminina no lugar do corpo &#8211; eu era grotesca.  </p>
<p>Sem dar maiores satisfações fez um gesto de impaciência ao fechar os controles e ir em direção a uma estante da biblioteca.  </p>
<p>Não tinha muita certeza do que fazer. Meu único propósito era tirá-lo dali, a qualquer custo. Entretanto estava bem aparelhado para receber ordens e perceber o desejo do capitão, que certamente iam de encontro às minhas diretrizes.  </p>
<p>Por um momento, assistindo aos esforços do capitão em abrir novo painel de controle, escondido atrás da estante, questionei-me sobre o que deveria fazer, mas não cabia a mim &#8211; e talvez eu não tivesse o ferramental necessário para tanto &#8211; ir de encontro ao que, no próximo girar de engrenagens, teria de realizar.  </p>
<p>Ele já se dirigira a mim, muitas vezes como uma pianola superdimensionada, fazendo-o, entretanto, com um carinho peculiar de quem conhecia intimamente aquilo que criou.  </p>
<p>- &#8230;Capitão&#8230; &#8211; tentei novamente, supondo ser capaz (e não era) de mudar meu tom de voz, o vapor diáfano me saindo pelas vias orais enquanto falava.  </p>
<p>Não olhava para mim. Era inútil, e internamente eu sabia que não havia muito mais o que fazer a não ser arrancá-lo dos controles nos próximos segundos.<br />
A estrutura cedia já em alguns pontos e o barulho alto da torção do casco e dos vazamentos já se fazia ouvir.  </p>
<p>Minhas funções involuntárias disparavam sem piedade os obturadores a vapor, para vedar hermeticamente cada uma das seções da embarcação e o som de vigas se soltando do casco e rebites ricocheteando preocupavam-me.  </p>
<p>Se alguma parte do casco se desprendesse e rompesse a parede ou o teto da nau, o cordão umbilical formado de fios, bobinas, canos, mangueiras e correias poderia ser lancetado ou seccionado, fazendo com que meu corpo corresse o risco de parar de funcionar e me privar de cumprir minha última missão.  </p>
<p>- Capitão! &#8211; insisti como pude &#8211; Tenho ordens para tirá-lo daqui.  </p>
<p>Toquei-lhe o ombro de leve e a reação violenta foi totalmente inesperada, tendo ele colhido um dos grandes livros de uma das prateleiras e desferido um golpe contra um dos conjuntos de lentes que sensibilizavam a câmara escura e os elementos que me permitiam interpretar a imagem que estava diante de mim.  </p>
<p>- Esqueça a sua diretriz! Vidas têm de ser salvas! &#8211; e voltou ao trabalho, ignorando o fato de que não tinha como evitar que eu cumprisse as minhas metas.  </p>
<p>Tentei recuperar, sem muito sucesso, o funcionamento do conjunto de lentes avariado mas logo desisti quando o casco se rompeu e água começou a invadir a biblioteca, rebites começando a explodir em todas as direções.  </p>
<p>O capitão tentava se segurar sem deixar de tentar lidar com os controles que começavam a ser esmigalhados por trás do painel, seu mecanismo desmantelado por forças invisíveis mas totalmente previsíveis.  </p>
<p>Eu não tinha mais alternativa e o próximo protocolo assumira o controle &#8211; ou seria eu mesmo? &#8211; fazendo-me lançar quatro de meus oito membros na direção do capitão.<br />
A nau adernava e a força centrífuga separou-me dele, os barulhos nitidamente altos demais para o ouvido humano e as vigas começaram a invadir a biblioteca através das prateleiras da biblioteca e dos controles antes manipulados pelo capitão.  </p>
<p>Um dos meus conjuntos funcionais foi atingido com força por destroços não identificados, inutilizando-o e impedindo correias e engrenagens de girar livremente.  </p>
<p>O projeto do capitão era soberbo e todo o conjunto se desprendeu de minha carcaça, diminuindo meu peso e soltando-me da mistura de madeira e metal que caíra sobre mim. Um segundo conjunto redundante assumia o controle enquanto testemunhava o corpo inconsciente de meu alvo sendo jogado de encontro à grossa janela que dava para fora, onde o inferno de água e espuma se desenrolava.  </p>
<p>Um conjunto de cliques altos marcou a mudança de situação acusada pela quebra de um sem número de giroscópios e acelerômetros ao longo da embarcação. Em resposta, um conjunto de engrenagens de movimento seccionalmente variado e controles diferenciais de intermitência assumiram para conferir maior torque e velocidade aos movimentos que eram permitidos para minha manifestação.  </p>
<p>A qualquer testemunha de meus movimentos em meio ao aguaceiro que invadia a biblioteca, destruindo tudo e ao inferno provocado pela quebra dos elementos de decoração em milhares de ameaças em potencial, acreditaria que eu era um monstro arremetendo em direção ao capitão com intenção de matá-lo.  </p>
<p>Tive breve condição de avaliar se aqueles movimentos eram meus ou se eram apenas nervuras mecânicas variáveis em placas diferenciais. A analogia com uma pianola me ocorreu por dois segundos até que consegui lutar contra os elementos e acolher o desfalecido capitão sob meu ventre, três de meus braços segurando-o com força enquanto os outros me davam segurança e defendiam-no e a mim mesmo dos destroços que vinham em nossa direção.  </p>
<p>Singrei as águas com relativa facilidade, confundindo-me mais com os súbitos movimentos de um lado para o outro provocados pelo redemoínho e pelo rompimento repentino de uma série de canos estruturais nas paredes.  </p>
<p>Lutei contra os controles de uma escotilha enquanto todas as luzes se apagavam e eu mesmo acendia minhas lanternas eletroluminescentes.  </p>
<p>O corpo do capitão não reagia mas eu calculava que seria possível submergí-lo sem maiores problemas por cerca de 30 segundos. Mergulhei e avancei pela passagem que abrira.  </p>
<p>A escotilha cedeu e pude ganhar o corredor seco que eu acabara de inundar. Com um pensamento provoquei o fechamento da escotilha atrás de mim, destruindo qualquer possibilidade de continuar fazendo uso do cordão umbilical, que fora espatifado por minha decisão de avançar de forma autônoma.  </p>
<p>Eu não mais poderia me comunicar com o resto da nau, abrir e fechar escotilhas e coisas do gênero. Se tudo desse certo os controles de danos, deste corpo projetado pelo capitão, seria capaz de detectar o rompimento das cânulas umbilicais e&#8230;  </p>
<p>Mas nada acontecera. Meu corpo, que recebia boa parte de sua força motriz das correias e das mangueiras de vapor, jazia inerte, perdendo o que restava de óleo e vapor d&#8217;água e se tornando, cada vez mais, incapaz de empreender qualquer movimento.  </p>
<p>Os conjuntos de lentes percebiam movimento sutil no corpo do capitão, mas bem poderia ser por conta do jogar da embarcação e do esfacelamento do casco e da estrutura interna.  </p>
<p>Quando as lentes pararam de sensibilizar o elemento ótico tive uma infinidade de segundos para entender que eu havia falhado e que minha missão fora um fracasso. Tudo mais era silêncio&#8230;  </p>
<p>&#8230;até que percebi o capitão de forma fugidia, lutando para fazer alguma coisa nas minhas entranhas e fazendo com que sua imagem ainda diáfana fosse ficando cada vez mais clara. Eu tinha novamente meus movimentos.  </p>
<p>A caldeira reduzida começava a funcionar e a bomba de vácuo operava em conjunto com o vapor para alimentar o engenho diferencial autônomo que deu continuidade aos meus pensamentos. Coloquei-me de pé diante de um capitão orgulhoso e comandei a liberação das cânulas umbilicais que eram agora um complexo emaranhado de destroços.  </p>
<p>Um ruído alto e, para um humano, assustador, não abalou a mim nem aquele engenheiro genial que estava diante de mim. A água já começava a invadir o corredor quando continuamos em direção ao nosso destino.  </p>
<p>Com o capitão sob quatro de meus membros me coloquei diante da câmara que começava a ser esmigalhada pela pressão que subia rapidamente.  </p>
<p>Eu não esperava mais do que cumprir a diretriz que me dava motivo para minha existência e comecei a operação de abrir a câmara, preparar o lançamento e fixar seguramente o capitão no assento do batiscafo auto-propelido. Não tínhamos muito tempo.  </p>
<p>Quando fechei a carlinga do veículo auxiliar do qual só o capitão e eu tínhamos conhecimento, a embarcação não teve mais como aguentar. O teto fechou-se sobre parte do meu corpo, que tentou reagir da melhor forma possível, me fazendo perder o funcionamento do conjunto ótico esquerdo e seis de meus membros.<br />
Segurei as paredes como pude com os dois membros restantes e me certifiquei que o capitão estava em segurança.  </p>
<p>A câmara se enchia d&#8217;água e ele, depois de verificar que sua fuga não tinha mais como ser evitada pelas forças do destino que então parecia tão cruel, olhou para mim.  </p>
<p>Ele nunca me olhara daquele jeito, muito embora houvesse o que humanos chamam de carinho em sua voz, sempre que me dirigia a palavra.  </p>
<p>O capitão colocou os cinco dedos na avantajada e resistente janela da carlinga e senti-me compelido a espalhar os sete dedos de um de meus membros no vidro em resposta, mas não podia soltar as paredes que poderiam partir a câmara em pedaços.  </p>
<p>Reconheci o movimento de seus lábios que já vira mover daquela forma tantas vezes. Ele dizia: &#8220;Nautilus&#8230;&#8221;<br />
E tentei responder com um inaudível &#8220;Nemo&#8221;, sem acrescentar o obrigatório &#8220;Capitão&#8221; diante do nome, pois meu corpo e todo o resto foi engolido pelas monstruosas forças de maré, enquanto o batiscafo se afastava em segurança e minha última engrenagem em movimento parava de&#8230;  </p>
<p><strong><em>Por Bruno Accioly</em></strong><br />
&#8220;Rota de Fuga&#8221;, por Bruno Accioly é um conto coberto por uma licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial Vedada a Criação de Obras Derivadas.<br />
Permissões além do escopo desta licença estão presentes em http://www.steampunk.com.br/.</p>
<p>Licença Creative Commons Código para publicação online:<br />
<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/2.5/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dc:title" rel="dc:type">Rota de Fuga</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://www.steampunk.com.br/" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Bruno Accioly</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/">Creative Commons Atribui&#231;&#227;o-Uso N&#227;o-Comercial-Vedada a Cria&#231;&#227;o de Obras Derivadas 2.5 Brasil License</a>.<br />Permissões além do escopo desta licença estão presentes em <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://www.steampunk.com.br/" rel="cc:morePermissions">http://www.steampunk.com.br/</a>.</p>
<div style="margin-bottom:10px"><img src="http://www.steampunk.com.br/wp-content/uploads/2009/07/nautilus-automata-eduardo-rocha-conto-rota-de-fuga.jpg" alt="nautilus-automata-eduardo-rocha-conto-rota-de-fuga" title="nautilus-automata-eduardo-rocha-conto-rota-de-fuga" width="490" height="720" class="edges" /></div>
<p><small>Ilustração de Eduardo Rocha</small>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.steampunk.com.br/2009/07/25/conto-steampunk-rota-de-fuga-na-rpg-magazine/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

