As pistolas virtuais SteamPunk da Prop Group

Pistolas Virtuais SteamPunk

Aqueles que são felizes possuidores do iPhone, da Apple, agora podem se divertir com uma aplicação divertida que está disponível gratuitamente (com algumas limitações) ou ao preço de US$ 0,99 pela iTunes Store.

Na versão paga, a divertida aplicação disponibiliza réplicas animadas e sonorizadas de três pistolas Vitorianas de estética futurista: a Remington Double Derringer, a Elliot’s 1860 Pocket Gun e o Colt Rimfire Derringer.

Perfeitas para disparar uns tiros virtuais em colegas de trabalho que pisem na bola com você. Mas cuidado… de vez em quando elas falham realisticamente!

O Prop Group é uma empresa que Projeta e Desenvolve para as plataformas iPhone e iPod Touch e foi formada em 2008 como parceria entre Theodore Rosendorf e Rodrigo Strougo, este último nascido em Copacabana, Rio de Janeiro, há vinte anos nos EUA.

Sediada em Atlanta, Georgia, a empresa reúne a experiência de Rosendorf como consultor de Design para empresas como a Coca-Cola, CNN, Mercedes, Nintendo e Time Warner, com a competência de Strougo no desenvolvimento de software corporativo para a IBM.

Graciosamente, os desenvolvedores da aplicação cederam para o Conselho SteamPunk algumas licenças para serem distribuídas entre os primeiros usuários de iPhone que nos enviarem uma requisição pelo Formulário de Contato deste site, com o “Assunto” Pistolas Virtuais para iPhone.

Não se preocupe… você não precisa de porte de armas para andar com estas três belezinhas por aí.

Para contatar o Prop Group você pode escrever para Theodore Rosendorf no endereço theo@prop.gr – vale dar uma olhada em seu blog TypeDesk.com.

Vale lembrar que Theodore Rosendorf é o autor do livro The Typographic Desk Reference, um guia de referência rápido para termos tipográficos, com definições de forma e uso por línguas de base Latina, e está disponível pela Amazon e pela Oak Knoll.

Você quer saber mais?

A Arte SteamPunk de Jessica Joslin

jessica joslin

Jessica Joslin, em suas próprias palavras, é uma artista que constrói peças que podem ser descritas como Animais Mecânicos Vitorianos SteamPunk.

Em seu discurso coeso acerca da natureza de sua obra, Jessica Joslin nos deixa passear pelo seu conceito de arte e pelo valor que dá a criatividade e a expressão.

As peças que confecciona vem sendo exibidas em galerias e despertando o interesse de público e crítica o que, para o SteamPunk, é particularmente importante.

Artistas como Jessica Joslin são a linha de frente da popularização da estética SteamPunk, que é a porta de entrada de muitas pessoas para o gênero que, cada vez mais, se define como muito mais que só um “jeito da coisa se parecer”.

Conselho SteamPunk: É nossa opinião que grande parte do seu trabalho se fundamenta na forma subversiva que você captura a vida. Você concorda ou acha que estamos totalmente enganados?

Suponho que meu trabalho possa ser considerado subversivo em certo sentido sim, mas não tento chocar ninguém. Creio que há uma marginalidade inerente no fato de que estou representando a criatura viva com material inanimado, inclusive restos de esqueletos. Usar ossos para representar vida pode sim ser considerado subversivo, mas não é esta minha intenção.

Conselho SteamPunk: É comum que algumas pessoas se sintam ofendidas por esta forma de expressão? Seu apreço pelos animais já foi questionado pelo público?

Ocasionalmente, mas não é tão comum. Talvez surpreendentemente, tenho percebido respostas genuinamente interessadas das pessoas com quem tenho contato sobre meu trabalho, incluindo aquelas envolvidas em direitos dos animais. Tenho grande afinidade com os animais e creio que isso se percebe em meu trabalho. Uma coisa é certa; Tudo que é vivo morre. Eu apenas coleto o que fica para trás…

Para obter os ossos que utilizo, trabalho com fornecedores osteológicos. Tratam-se de profissionais especialistas que fornecem para museus, escolas e instituições de pesquisa. Sou muito consciente das implicações éticas e ambientas do trabalho com ossos de animais e sou cautelosa em trabalhar com empresas cujas práticas estejam acima de qualquer reprovação.

Conselho SteamPunk: Seu trabalho com protótipos de brinquedos e modelos influenciaram sua arte?

Sim, foi através deste trabalho que adquiri muitas das habilidades necessárias para confeccionar minhas peças. Precisão é algo importante para mim, bem como a beleza das peças. Foram necessários 20 anos de treino nas mais diversas disciplinas. Todas elas se manifestam em meu trabalho, concorrendo para melhorá-lo e enriquecê-lo. Creio que é como tudo mais… quanto melhor você se torna em algo, mais fácil lhe parece. De um ponto de vista estrutural, muitos sequer se dão conta da complexidade e precisão do meu trabalho. Por exemplo um único pé de Ludwig – “The Monkey on the Ball” – é composto de 30 partes individuais, todas unidas e bem montadas. Há muita engenharia (e requinte) em cada peça que parece ter sido feita sem grande dificuldade, como se elas fossem destinadas a ter aquela forma.

Conselho SteamPunk: Você vem colecionando há muitos anos partes de animais e antigos componentes mecânicos. Esta prática tem alguma relação com um desejo implícito de consertar a vida quando esta se encontra “quebrada”?

Esta pergunta é interessante. A resposta tem relação, parcialmente, com onde eu estudei e com o lugar onde cresci. Minha infância e adolescência se deu em Boston, e desde muito cedo senti-me arrebatada pela maravilha que eram os museus da Universidade de Harvard, particularmente o Museu de Zoologia Comparada. Haviam galerias e mais galerias cheias de taxidermia da Era Vitoriana, que eram particularmente fascinantes. Anos depois fui estudar em Chicago e, a caminho dos estudos, passava por um edifício de vidro espelhado que tinha uma grande fonte diante da fachada. Os pássaros que por ali voavam continuamente batiam de encontro ao vido e caiam nas águas da fonte, com os pescoços quebrados.

Todos os dias eu via estes pássaros preciosos flutuando naquelas águas até que os zeladores apareciam, recolhiam-nos sem cerimonia em suas redes e os jogavam no lixo, o que me deixava triste. Não parecia correto que aquelas criaturas adoráveis morressem sem qualquer propósito e então fossem atiradas ao lixo. Decidi, em certo ponto, que revisitaria minha fascinação pela taxidermia. Comecei a estudar como preservar as aves, lendo livros sobre o assunto e, ao invés de somente passar pela fonte, eu retirava minhas botas e coletava as aves mortas (muitas vezes para horror daqueles que assistiam!) para então usá-las para praticar taxidermia.

Desta forma acumulei uma coleção respeitável de aves empalhadas, que acabei por incorporar mais tarde em meu trabalho. Suponho que até os dias de hoje o meu uso de ossos vem do desejo de celebrar a beleza dos animais, vivos ou não. Este sentimento vem parcialmente de colecionar coisas que, de outra forma, seriam esquecidas ou subestimadas.

Conselho SteamPunk: Você conhece o gênero SteamPunk? Considera seu trabalho uma referência do gênero?

Sim. Há alguns trabalhos muito interessantes sendo feitos dentro do gênero. Latão é um material que me agrada muito e sou apaixonada pela Era Vitoriana, portanto posso dizer que definitivamente meu trabalho bebe nesta mesma fonte.

jessica joslin

Conselho SteamPunk: A recente popularidade do gênero SteamPunk afetou o interesse pelo seu trabalho?

O SteamPunk ofereceu mais um meio de divulgar e apresentar o meu trabalho para pessoas cuja sensibilidade estética é similar a minha. Sob este aspecto certamente ajudou. Entretanto, como todo movimento de contra-cultura que atinge certo grau de popularidade, há um efeito colateral inevitável. Parece que, agora que o movimento ganhou notoriedade, para cada grupo de pessoas que amam o SteamPunk há aqueles que dele se afastaram pelo mesmo motivo.

De muitas formas a característica “faça-você-mesmo” do SteamPunk foi o maior benefício e o maior problema do movimento, particularmente no que se refere aos artistas. É maravilhoso que algo tenha surgido para inspirar artistas iniciantes a colocar para fora suas habilidades e seu talento. Jamais teremos artistas suficientes no mundo! No entanto, por conta da mesma mentalidade “faça-você-mesmo”, o movimento vem sendo assombrado por questões relacionadas a apropriação e plágio.

Por conta da familiaridade com tutoriais online (como instruções passo-a-passo para modificar um teclado de computador para que se pareça com uma máquina de escrever antiga), alguns acabaram por acreditar que a apropriação de qualquer idéia é eticamente aceitável.

Recebo cartas de pessoas que dizem desejar confeccionar sua própria versão do meu trabalho, perguntando onde podem conseguir os elementos para tanto e como deveriam proceder. Estas pessoas não parecem entender o quanto isto é inadequado. É uma visão totalmente equivocada do meu trabalho. Sim, qualquer um pode conseguir um crânio e atar a isso um pedaço de latão, mas isto não capturaria o espírito da minha obra ou aquilo que luto para alcançar… qualquer tentativa diletante vai se parecer com o que é… uma cópia barata. Muito compreendem isso, mas não todo mundo.

Uma das coisas que mais amo no SteamPunk é justamente a atenção aos detalhes. Para cada pessoa que, equivocada, pensa que um par de “googles” junto a acessórios de latão são sinônimo de SteamPunk, há muitos outros que se esforçam para alcançar outro patamar de refinamento e minúcia. Em minha opinião trata-se de um senso de entendimento da conjuntura sociológica, tecnológica e cultural da Era das Máquinas que garante a riqueza e profundidade ao movimento.

Tratava-se de um momento histórico no qual os objetos não eram descartáveis. As pessoas gastavam muitos anos aprendendo um ofício específico e refinando sua habilidade. Quando se construía algo (fosse uma obra de arte, vestuário, móveis ou máquinas) havia o cuidado em se tentar fazê-lo da melhor forma possível. Não havia atalhos. Havia um magnífico senso de respeito por tudo aquilo que era conseguido através de sacrifício. Em nosso tempo, muitos artistas iniciantes sentem a necessidade de buscar o sucesso antes de terem tido tempo de alcançar uma visão própria e única da arte. Eles buscam a aprovação antes mesmo de desejá-la. Eu acredito firmemente que isto nos empobrece a todos. É necessário muito tempo para se criar algo especial e original… não são estas algumas das virtudes que melhor definem a arte?

Conselho SteamPunk: Você aprovaria e participaria de uma Liga de Artífices SteamPunk? Acha importante partilhar experiências com artistas de diferentes países e segmentos?

A sensibilidade para apreciar e entender o ofício do artesão é algo pelo que tenho muito apreço. Despendi muito tempo trabalhando com diferentes técnicas para refinar minhas habilidades. De fato creio que a maior parte (senão todos) os artistas se beneficiariam da exposição a outras técnicas, fazendo o bom e velho trabalho manual. É um belo teste para o engajamento e dedicação do artista!

Certamente endosso uma Liga de Artífices, caso os padrões elevados da Era Vitoriana fossem a meta de seus participantes. É preciso ter cuidado, contudo, pois eu mesma sou bastante intransigente com detalhes. Tinta spray dourada não passa por latão, em hipótese alguma. Quem discorda deveria ser açoitado com uma luva de couro! ; )

Isto posto, muitos artistas se benefeciariam grandemente do intercâmbio com outros profissionais, inclusive eu. Eu sempre aprecio o contato com outros artistas e artesãos cujos interesses são similares aos meus.

Conselho SteamPunk: Como o grande público pode adquirir seu trabalho e seu livro?

Recentemente houve uma exposição minha no Billy Shire Gallery. Os trabalhos disponíveis em:
http://billyshirefinearts.com/08joslin/index.html

Sou agenciada pela Lisa Sette Gallery e alguns outros trabalhos estão disponíveis em seu website:
http://billyshirefinearts.com/08joslin/index.html

Meu livro, “Strange Nature”, pode ser aquirido em:
http://shop.psstudios.com/index.php/products/joslinbook

E mais informações sobre o livro podem ser encontradas aqui:
http://www.lisasettegallery.com/books.htm

Perguntas sobre Arte (continuar lendo…)

jessica joslin

Jessica Joslin Interview in English

Annie Stegg e o Jogo da Moda SteamPunk

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Ainda no espírito de inspirar o cosplay SteamPunk, vale a pena dar uma olhada neste jogo, criado por Annie Stegg, uma talentosa pintora e ilustradora norte-americana dedicada a criação de personagens de beleza sem igual.

Com seu amigo Steve Blamire, Annie Stegg acabou montando um jogo muito bem acabado em que devemos ajudar sua personagem Lola a escolher seus andrajos.

Jogar em Tela Cheia

Tutoriais ~ Moda SteamPunk

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Cada vez mais o gênero se torna conhecido e cada vez mais os interessados se perguntam como fazer para montar seu próprio guarda-roupa SteamPunk.

Para quem não sabe por onde começar pode parecer absurdo ser capaz de, em casa, criar costurar ou montar uma indumentária realmente convincente e que faça juz a tudo o que se vê pelo mundo a fora em termos de cosplay SteamPunk.

Procurando um pouco não é difícil encontrar na internet tutoriais bastante bem produzidos e material de referência que nos inspire a montar belas “fantasias”.

Além de ser gostoso de sair com os amigos usando trajes divertidos, diferentes, nos dar oportunidade de interpretarmos um personagem de uma época que sequer existiu e nos tornarmos uma espécie de parque de diversões intinerante, o cosplay SteamPunk tem tudo para se popularizar seja em eventos de RPG, festas ou mesmo em iniciativas como o concurso/site SteamGirls – do qual falaremos um pouco mais em breve.

Abaixo seguem alguns endereços e vídeos tutoriais de como montar seus trajes Vitorianos SteamPunk.

Você quer saber mais?

Tutoriais e Referências

Tutorial – Roupas

Tutorial – Googles

steampunk-tutoriais

SteamPunk ~ Utopia, Distopia e Realidade

utopia-distopia-realidade

Recentemente me foi pedido que escrevesse um texto que fizesse referência ao SteamPunk enquanto linguagem para produção de artesanato e arte, justificando o que torna o gênero relevante tanto para o artífice quanto para investidores e sobretudo para o momento histórico em que nos encontramos.

O resultado do trabalho foi o texto a seguir e uma proposta a qual alguns artífices já aderiram e que será publicada em breve…

SteamPunk ~ Utopia, Distopia e Realidade

“Considerado um sub-gênero da Ficção Científica, o SteamPunk invoca a estética Vitoriana do Século XIX, que mistura o vestuário e a tecnologia da época – envolvendo o vapor e os primeiros passos no campo da eletricidade – com elementos fantásticos, como é possível encontrar em clássicos de Júlio Verne e H.G.Wells.

Se não é fácil definir os limites do que é Ficção Científica, é igualmente complexo ditar as fronteiras do seu sub-gênero: o SteamPunk. Rod Serling – que concebeu a série televisiva “Além da Imaginação” – mencionou, certa vez, que “A Fantasia é o impossível tornado provável. A Ficção Científica é o improvável tornado possível”, e é esta citação que tem maior chance de descrever o que está por trás do espírito sob o qual é produzida a cultura SteamPunk.

O papel da história, da cultura e da arte passa pela denúncia, conscientização e solução das questões humanas negligenciadas, mal resolvidas ou sequer identificadas.

Para além do fato de que o SteamPunk aglutina engrenagens, molas, pinos, correias, caldeiras, pilhas, bobinas, computadores mecânicos, engenhos anacrônicos sem paralelo no século XIX e personagens históricos brasileiros e estrangeiros, há diferentes formas de produzir ficção SteamPunk. As mais genéricas são classificadas como o SteamPunk Nostálgico e o SteamPunk Melancólico que, embora abordem uma mesma realidade de maneiras diametralmente opostas, sustentam um argumento importante para o nosso tempo.

O SteamPunk Nostálgico considera o universo Vitoriano como uma Utopia, um mundo ideal onde a tecnologia menos massificada, menos resolvida e menos padronizada, não se colocariam a frente das questões morais, das questões sociais e das questões humanas. Nesta narrativa, o SteamPunk refletiria a suposta inocência de uma Era e a boa intenção do Homem para com o próximo, para com o seu meio e para com a própria tecnologia. Um desdobramento da nossa realidade, através de uma releitura otimista e saudosista de um passado que nunca aconteceu, como que reescrevendo a história para que esta fosse mais agradável, razoável e justa.

O SteamPunk Melancólico, por outro lado, se concentra em uma Era Vitoriana mais realista, uma Distopia, um mundo no qual o Homem explora os recursos de seu meio indiscriminadamente para empreender projetos tecnológicos colossais sem medir consequências. A melancolia desta narrativa vem da pobreza, da desigualdade social, do imperialismo, da poluição e do consumismo. Uma evidente crítica a forma pela qual o homem vive nos dias de hoje, através da caricatura relativamente pessimista de uma época que não houve e que explora nossos defeitos através do exagero das questões para as quais não temos resposta.

Tanto numa quanto em outra narrativa, o SteamPunk remete a questão ambiental, seja através de indicar o caminho correto ou denunciar o trajeto indesejado na direção em que parecemos estar inevitavelmente nos encaminhando.

A produção de cultura SteamPunk, seja na forma de literatura, quadrinhos, animações, filmes, pinturas, esculturas, música, moda ou jóias é, em si um mecanismo de divulgação não só deste gênero, mas de sua mensagem tão atual e alinhada com os interesses do Cidadão, do Estado e – não há como negar – de toda a nossa Espécie.

Não tendo qualquer vínculo com franquias televisivas ou cinematográficas específicas ou com autores que tenham propriedade sobre a proposta estética do gênero, não há royalties a serem transferidos para qualquer corporação ou indivíduo, dando assim liberdade para o artífice promover o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria prima através do simples ato de exercer seu ofício e de produzir sua Arte.

O Artífice SteamPunk é, essencialmente, um ativista, um criador/criatura que não existe senão através de seu potencial de preservação, divulgação e reciclagem da cultura em suas diversas formas, um representante de uma contra-cultura que não aceita viver em um mundo sem memória e que torna interessante o passado através de uma releitura crítica presente de um futuro que desejamos e mesmo que sentimos a necessidade de evitar.

Lúdico o suficiente para atrair o grande público, sugestivo o suficiente para que o espectador com ele se identifique e engajado o suficiente para ter uma função social séria, pragmática e responsável, o SteamPunk cada vez mais conta com uma infra-estrutura de divulgação e produção cultural democrática e abrangente no país, fornecendo ao artífice, ao interessado e as instituições culturais, uma plataforma de pesquisa e aprofundamento no gênero enquanto confere aos envolvidos a capacidade de fazer mais pelo planeta em que todos habitamos.”